Hora do café... A minha Moka
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Não gosto de café, só tomei a vez que experimentei, fiz careta e coloquei pra fora quando ainda era criança.Só sei do gosto mais ou menos que ele tem porque beijo o meu marido logo de manhã cedo. Mas o aroma do danado é bom, adoro e confesso que vez ou outra penso: "Poxa, todo mundo a minha volta é viciado em um cafézinho, menos eu", fico "triste" e me sinto deslocada , trauma.
Daí que já ouvi falar que o café feito em uma Moka, também conhecida como Cafeteira Italiana, é um dos melhores no quesito sabor mas tem todo um ritual pra se preparado viu? Segundo os bem entendidos é preciso que se tenha alguns cuidados (confiram aqui.)
Com a chegada da minha mãe e do seu hábito de uma xícara de café a cada respiração profunda, fomos atrás de uma dessas pra sustentar o vício da pessoa. Encontramos essa mini, que faz 3 xícaras por vez de um café saboroso e digno (segundo ela e maridex).
E só pra empolgar o público amante do pretinho, achei esse texto no blog A linha e o papel, que mostra 8 motivos para usar uma Moka: - Não utilizam filtros de papel, o que significa menos resíduos (e menos fabricação, embalagem e transporte de um agregado desnecessário);
- São feitas quase inteiramente de alumínio, material altamente reciclável;
- Sua técnica utiliza pressão, imitando o funcionamento de uma máquina de expresso, e com isso consegue um café mais encorpado e aromático usando menos pó;
- Vão direto ao fogão, sem consumo de energia elétrica;
- Seu design simples e robusto – ao total são somente 9 componentes – garante a durabilidade e uma cadeia produtiva mais eficiente (menos cabos, menos componentes elétricos, menos botões. E a ausência de vidro é garantia de menos embalagem de proteção durante o transporte);
- Pode durar toda uma vida, considerando a troca esporádica do selo interno de borracha;
- Os diversos tamanhos disponíveis permitem que você escolha o mais adequado às suas necessidades ou estilo de vida;
- É um produto que dificilmente ficará obsoleto (diferentemente de algumas cafeteiras que são verdadeiros “gadgets”), prova disso é que seu design se mantém praticamente intacto desde a concepção em 1933.
*** Vovó diz que sempre foi viciada nesse "troço" e que pode faltar tudo em sua vida, menos café e pão. Na verdade, essa é a receita pra se viver muito.
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